Assista aqui ao vivo a mesa redonda Mulheres Corajosas, Mulheres Sobreviventes

Evento promovido pela ADPEP e a Deputada Marinor Brito ocorre às 9h desta sexta-feira (28) na ALEPA.

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Nesta quarta-feira (26) comemorou-se o Dia Internacional da Igualdade Feminina. Para debater a triste situação de desigualdade, a Associação das Defensoras e Defensores Públicos do Pará (ADPEP), em parceria com a Deputada estadual Marinor Brito
(Psol), realiza às 9h desta sexta-feira (28) a mesa-redonda “Mulheres corajosas, mulheres sobreviventes”. O evento começa às 9h, no auditório João Batista, da Assembleia Legislativa do Pará (Alepa). Assista ao vivo na tela abaixo:

A Vice-Presidente da ADPEP, Anna Izabel Santos, irá compor a mesa. Ela explica que a programação faz alusão ao Dia Internacional da Igualdade Feminina e ao aniversário da Lei Maria da Penha. Segundo ela, o principal objetivo do evento é fomentar a discussão na sociedade sobre o desequilíbrio de oportunidades vivenciado pelas mulheres em todos
os âmbitos da vida, especialmente no mundo do trabalho, e da necessidade de fomentar políticas públicas para a inserção das mulheres no mercado.

A mesa também será composta pela Deputada Marinor Brito, que falará sobre as
dificuldades que a mulher enfrenta na política; Renata Taylor, ativista do movimento LGBTQI+; Cleide Ferreira, engenheira sanitarista e coordenadora operacional da Cosanpa; professora Lilia Cabral, que vai tratar da poesia afro como forma de reconhecimento; e Érika Cristina Monteiro, da Coordenadoria da Mulher Advogada. Também participará o promotor de Justiça Franklin Lobato, do Ministério Público do Pará (MPPA).

A organização garante ainda a presença de diversos movimentos de mulheres de Belém.
Dra Anna Izabel explica que os problemas das mulheres encarceradas são a temática mais tratada por ela enquanto Defensora Pública, atualmente, e é o tema sobre o qual falará na mesa. “O machismo está presente em todos os setores sociais. No caso das mulheres presas, elas precisam passar também pelo machismo de algumas decisões judiciais. Por exemplo, as que possuem filhos menores de 12 anos ou deficientes têm o direito à liberdade. No entanto, os juízes, muitas vezes, negam esse direito. É por conta dessas situações que criamos o Grupo de Trabalho (GT) Mulheres Livres, para que trabalhemos
o assunto de forma sistemática”, relata.

O evento se inicia às 9h, no Auditório João Batista, da ALEPA. Não perca!